sábado, 9 de agosto de 2014

Luta Civil faz show de lançamento do primeiro álbum no Penha Rock



O Penha Rock de domingo, 17/08, é uma parceria com o Coletivo Nada Pop, iniciativa das bandas paulistas Luta Civil - que fará show de lançamento do álbum "Mentiras e Piadas" - Dissidentes e Mollotov Attack, com participação especial da banda Dirijo, de Campinas, interior do Estado. Ótima pedida para os apreciadores do punk rock/hardcore nacional. Confirme presença pelo Facebook: https://www.facebook.com/events/695065677234063/?notif_t=plan_admin_added 


LUTA CIVIL

DISSIDENTES

MOLLOTOV ATTACK

DIRIJO

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Penha Rock recebido de braços abertos pela comunidade penhense


Parque Tiquatira - 03/08/2014

Estreamos o projeto Penha Rock no último fim de semana, dia 2/8, no Largo do Rosário, com apresentação do duo alternativo Color For Shane e discotecagem do DJ Marcelo Magoo (Explicit Guitar/Antena Zero); e dia 3/8 no Parque Tiquatira, com as bandas Kamenin e Quinta Travessa. O projeto tem parceria com a Subprefeitura Penha e apoio do comerciante e agitador cultural Mauro Inácio, e das feiras de artesanato/comidas e do povo andino que acontecem simultaneamente aos shows. Novos apoios surgiram e serão apresentados em breve. Dia 17/08 teremos outra edição, em parceria com o coletivo Nada Pop, no Parque Tiquatira, e novas datas serão anunciadas esta semana. Quem se interessar em participar pode entrar em contato por e-mail - adrianopacianotto@gmail.com.

Segue a cobertura jornalística realizada pelo Portal ALTLESTE: http://www.altleste.com.br/2014/08/penha-rock-estreia-e-atinge-objetivo.html

e fotos dos 2 eventos: http://adrianopacianotto.blogspot.com.br/2014/08/penha-rock-recebido-de-bracos-abertos.html

Na LUTA!
Adriano Pacianotto 

sexta-feira, 25 de julho de 2014

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Penha - A História do Bairro



Penha - A História do Bairro
Por Elaine Muniz Pires
Fonte: Banco de Dados Folha - http://almanaque.folha.uol.com.br/bairros_penha.htm

A história do bairro da Penha se confunde com o mito sobre a origem de seu nome. Passagem obrigatória entre as aldeias de Guarulhos, São Miguel e Tatuapé, a região fazia parte da rota utilizada pelos bandeirantes a caminho do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, desde meados do século 17. Conta-se que um viajante francês seguindo por este trajeto certa noite descansou numa colina onde hoje se localiza o bairro, tendo na sua bagagem uma imagem de Nossa Senhora da Penha. Ao continuar o trajeto, no dia seguinte, sentiu falta da santa e voltou para procurá-la, encontrando-a onde pernoitara. Recolhendo a imagem prosseguiu viagem, mas, em pouco tempo, notou novamente sua falta. Encontrando-a na colina concluiu que a santa tinha escolhido o local como pousada e ali construiu uma capela.

De fato, o bairro se desenvolveu em torno desta santa. Sua fundação é incerta, mas a data mais citada é a de 5 de setembro de 1668, quando foi concedida uma sesmaria ao padre Mateus Nunes da Siqueira. No entanto, o próprio documento esclarece que o padre já possuía uma fazenda no local e que havia, por iniciativa de seu irmão, o também padre Jacinto Nunes da Siqueira, erigido uma capela para Nossa Senhora da Penha. Não se sabe ao certo quando a devoção se inicia, mas o primeiro documento de fé data de 1667 referente a uma doação em testamento à igreja. Com o passar dos anos, as peregrinações ao local cresceram de uma tal maneira entre os paulistanos que, até meados do século 19, as comemorações em homenagem à santa constituíam uma grande festa na cidade. Sempre no dia 8 de setembro, quando se comemora a natividade da santa, cortejos chegavam do centro da cidade pelo caminho da Penha (atual avenida Celso Garcia). A santa contava com tal devoção dos paulistanos que nos grandes surtos de cólera ou varíola do século 17, a imagem era deslocada para a igreja da Sé.

Em 22 de março de 1796, a Penha foi elevada a categoria de freguesia, integrando regiões que hoje formam hoje os bairros de Guaianazes, São Miguel, Ermelino Matarazzo e Vila Matilde. É deste período que data a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, construída e destinada aos escravos. Por possuir significado especial para comunidade até os dias atuais _ sobretudo a sala dos milagres _ e diante da manutenção de sua estrutura de taipa de pilão intacta, foi tombada pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo), em 1982, em detrimento da Igreja Matriz.

A Penha, até o início do século 20, não passava de um pequeno vilarejo com algumas chácaras. Com o processo de industrialização e urbanização da cidade, o bairro passou a receber parte da população operária, o que o caracterizou até meados da década de 60 como um bairro estritamente "dormitório". Já nos anos 70, apesar do deficiente saneamento básico, da precariedade dos sistema de ensino, saúde e transporte e de apenas 40% das ruas estarem asfaltadas, o comércio local começa a se desenvolver. Um comércio variado e característico, como a "rua das noivas" (rua Padre João), se instalou ao lado dos cinemas Júpiter, Penharama e São Geraldo. A inauguração da estação Penha do metrô, em 1986, deu novo fôlego à modernização, propiciando o desenvolvimento de uma infra-estrutura praticamente auto-suficiente para região, que conta com muitos colégios públicos e particulares, um sistema de transporte considerável, hospitais, bibliotecas e etc.

Hoje, os cinemas do bairro não mais existem, tampouco a rua das noivas tem o prestígio dos anos 70. O bairro residencial transformou-se também em um centro comercial para zona leste da cidade, possuindo além das já tradicionais lojas de rua, o Mercado Municipal, um shopping center inaugurado em 1992 e muitos vendedores ambulantes. A Penha, entretanto, guarda ainda vários monumentos de sua história: igrejas, a ladeira da Penha, o prédio onde funcionava o cinema São Geraldo, o Conservatório João Paulo 2º, ruas e praças que levam nomes de personagens importantes do bairro como Maria Carlota - moradora que muito investiu no bairro nos seus primórdios - e Dona Micaela - famosa negra vendedora de doces da virada do século.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Projeto Penha Rock



O projeto Penha Rock, organizado pelo produtor cultural Adriano Pacianotto, é uma iniciativa independente, sem fins lucrativos, que tem como objetivo organizar apresentações musicais gratuitas do segmento rock em espaços públicos da Penha, na zona leste paulistana, com apoio da Supervisão de Cultura da Subprefeitura.

Os eventos acontecem no Largo do Rosário (Centro Histórico do bairro), e no Parque Tiquatira (atrás do Centro Esportivo Luiz Martinez), sempre no período da tarde, junto às feiras de artesanato locais.


Para acompanhar a programação acesse penharock.blogspot.com.br ou a página no Facebook. Interessados escrevam para adrianopacianotto@gmail.com